Espiritismo na Prática

Divulgando o Evangelho de Jesus

Quais São as Consequências de Falar Palavrão?

Quais São as Consequências de Falar Palavrão?

Autor: Jeferson Souza      Publicação: 05/12/2017 12:15      Views: 10210      Comentários: 0 

Atualmente falar palavrão tornou-se um hábito não só Brasil, mas no mundo inteiro, o que o Espiritismo pode nos elucidar sobre este hábito? Vamos fazer uma breve análise sobre o tema.

A comunicação verbal é uma forma em que nós seres humanos aqui na Terra, utilizamos para nos expressar, colocando sentimento, emoção e intenção em todas as palavras. Há quem fale boas coisas e há quem fale coisas inadequadas, mas é uma expressão daquilo que há dentro de nós.

Jesus nos ensina que "A boca fala daquilo que está cheio no coração - Mateus 12:34", e essa é uma grande verdade, pois no Espiritismo, sabemos que somos responsáveis por todas as nossas ações, e Jesus também aborda a Lei de Ação e Reação na passagem, "não pode uma boa árvore dar mau fruto, e nem uma má árvore dar bom fruto - Mateus 7:18".

Partindo destes ensinamentos podemos compreender que somos responsáveis por todas as nossas formas de expressão, seja ela verbalizada ou não, no entanto, Deus nos criou para que possamos nos amar e nos instruir, buscando a elevação do nosso Espírito e também o encontrarmos o equilíbrio espiritual.

O nosso expressar verbal deve ser utilizado para abençoar, para amar, para instruir, para boas coisas, para que possamos incutir nos nossos semelhantes, boas impressões e bons sentimentos, pois o médium para que possa doar bons fluídos tem que ter disciplina, se ele não se expressa da forma adequada, com elevação do pensamento, não poderá doar bons fluídos ou dar boas comunicações, pois a sua vida no dia a dia influencia na sua prática mediúnica dentro do centro.

O médium, por exemplo, que se expressa com palavrões, seja para ofender ou para expressar em tom jocoso, ou de brincadeira, a sua vibração é afetada, e os Espíritos que dele se aproximam são de mesmo teor, logo o médium não pode fornecer a água dadivosa e pelo mesmo canal expressar o esgoto.

Pois nesta analogia, podemos verificar que se temos um meio onde passa a água e o esgoto, sabemos que o esgoto polui a água e por isso a água que fornecemos é poluída, agora,  quando paramos de fornecer o esgoto, teremos um encanamento onde o esgoto também passava, e agora só passa a água pura e límpida, demorará algum tempo para que os resquícios do esgoto seja limpo do encanamento bendito.

Se o médium tem responsabilidade no seu modo de expressar, imaginemos todos nós que não somos médiuns ostensivo, mas que possuimos a comunicação intuitiva ou de inspiração dos Espíritos, e que também a responsabilidade nos é atribuído da mesma forma.

Nós temos a companhia espiritual que queremos, pois o palavrão não é uma forma de se expressar adequada. Há um trabalho científico do Dr. Masaro Emoto, que estuda a cristalização da água, quando o conteúdo é colocado a certa temperatura para cristalizar-se, e neste estudo o cientista colocou a água diante de várias formas de expressar, seja ela falada ou cantada.

Veja abaixo uma imagem da água cristalizada sobre influência da palavra "Obrigado!".

Quais as Consequências de Falar Palavrão?

Veja abaixo a imagem da água cristalizada, agora, sobre a influência de um grosseria"Eu te Odeio".

Quais as Consequências de Falar Palavrão?

 

Segue abaixo mais algumas imagens que o Masaru Emoto realizou, agora, referente a palavras expressadas para o Bem.

Quais as Consequências de Falar Palavrão?

 

Na imagem abaixo, o estudo foi realizado com músicas e palavras, veja as duas imagens da direita, uma é água antes da oração e a outra depois da oração.

Quais as Consequências de Falar Palavrão?

 

Na imagem abaixo, é o estado da água antes e depois da oração.

Quais as Consequências de Falar Palavrão?

Então, pessoal, se nós podemos influenciar a água desta maneira, com boas ou más expressões, imagine o que nós fazemos conosco mesmo, com os outros e com as energias do ambiente.

Agora, você como seguidor do trabalho do Cristo, já imaginou o Jesus proferindo o Sermão da Montanha com palavrões e gírias? Não há como não é mesmo, então, se o Evangelho perderia a sua pureza espiritual com o uso de palavrões, por que nós trabalhadores do Cristo, o utilizamos no dia a dia? Será que o trabalho espírita ou mediúnico só é realizado dentro do centro? Será que quando precisamos ajudar um familiar em depressão não estamos servindo ao Senhor? Quando estamos no trabalho profissional não estamos ajudando as instituições por meios materiais, como nos ensina "O Livro dos Espíritos" na questão 573 referente à Missão do Homem na Terra?

Por que utilizamos do veículo sagrado, que é o aparelho físico de verbalização, para emanar boas vibrações e ao mesmo tempo exteriorizar energias densas.

Se você está acostumado a falar palavrões, não é da noite pro dia que irá deixar de fazê-lo, mas é necessário um trabalho contínuo na vigilância, boa vontade e disciplina. Se nós queremos partilhar da companhia de Bons Espíritos, está é uma das formas que podemos ajudar a melhorar o nosso relacionamento com eles.

Sem dizer que, o ambiente em nosso lar, ficará menos denso, e o mesmo se harmoniza, se em seu lar há familiares ou amigos que não deixarão de se expressar desta forma, mesmo você orientado, não se preocupe, faça a sua parte, e eleve suas vibrações, com o tempo, eles vão diminuir o uso dessas formas de expressão.

Falar palavrão é errado? Nós percebemos que o Espiritismo nos instrui que somos vibração, e que vibramos em frequências, e através destas frequências é que os Espíritos de mesma ordem se sintonizam. Sem falar que ao diminuirmos a sintonia, estaremos de portas abertas para um assédio espiritual que pode virar uma obsessão.

Reforçamos que o médium, deve buscar condutas mais exemplares, pois está trabalhando para o Cristo, e este médium não espere receber entidades elevadas, se o seu veículo vibracional está em uma frequência baixa.

E lembramos ainda que, nós temos que ser veículos de Jesus, levarmos as boas emoções, os bons sentimentos e o Amor para todos os necessitados, pois devemos refletir que não podemos no atendimento fraterno pedir para que a pessoa que pedi ajuda, deixe de fumar, se nós fazemos o mesmo.

Seria o mesmo que chegarmos nos alcoólicos anônimos dizerem para gente parar de beber, sendo que expositor enche a cara nos finais de semanas. Portanto, meus amigos e minhas amigas, vamos aprender utilizar esse veículos de Deus, que é a fala, para levar o Amor, a esperança, a instrução, a fé e a confiança no Criador, não só para ajudar o próximo, mas que aprendemos a viver isso em nossos corações.

O Espiritismo não determina como você deve ser, mas ele mostra as consequências de nossas escolhas e ações, o resto corre por nossa responsabilidade. Como diz Chico "Aos outros dou o direito de ser como são, a mim dou o dever de ser cada dia melhor."

No meu entender, como espírita, é que a boca é um veículo mediúnico, o ato de falar é uma expressão abençoada e sagrada, e tem muito poder, que saibamos utilizar essa ferramenta generosa que Deus nos deu para o Bem. Que sejamos a voz de Jesus aqui na Terra, para nós e para os outros.

Sugerimos a leitura do nosso artigo: Responsabilidade do Médium

Sugerimos que assistam os seguintes vídeos:
Masaru Emoto - Moléculas de água sob efeito da música

 

Divaldo Franco: Não diga palavrões; Auto-amor; Autoperdão

Documentário: O poder da água (completo) - dublado [Dr. Massaru Emoto]

 

Divaldo P. Franco - " palavrões "

 

Palestra - O Poder da Água - Masaru Emoto

 

Divaldo Franco fala sobre grosserias e agressões verbais

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