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Loucura e Obsessão II

Loucura e Obsessão II

Autor: Jeferson Souza      Publicação: 22/05/2016 15:24      Views: 457      Comentários: 0 

Nesta abordagem da obra “Loucura e Obsessão” iremos comentar mais uma passagem esclarecedora sobre as questões dos mecanismos que influenciam as escolhas do Espírito em evolução.

Atraindo-se pelos gostos e aspirações, vinculando-se mediante afetos doentios, sustentando laços de desequilíbrio decorrente do ódio, assinalados pelas paixões inferiores, exercem constrição mental e, às vezes, física naqueles que lhes concedem as respostas equivalentes, resultando variadíssimas alienações de natureza obsessiva.” Loucura e Obsessão - FEB Editora, 12ª Edição - 4ª Impressão

Nesta esclarecedora abordagem em que o Espírito Manoel Philomeno de Miranda nos proporciona a compreensão de que uma obsessão ou assédio espiritual só ocorrem quando nos entregamos aos desequilíbrios, aceitando as influências daqueles que buscavam exercitar os equívocos e o mau que já participavam quando encarnados. 

Como já abordamos em dois artigos, na Série de Obsessão I e Série de Obsessão II, onde relatamos que o ódio é um dos principais motivos que faz com que o perseguidor se torne um enfermo alucinado e focado ininterruptamente para exercer a influência dominadora sobre a “vítima”.

A criatura obsessora e alienada pela vontade de praticar a justiça com as próprias mãos cerca o seu algoz do passado ou do presente para influenciá-lo para mau ou para o desequilíbrio mental ou espiritual, proporcionando assim ao obsessor uma maior abertura para o exercício da dominação da vontade daquele a quem ele persegue.

A possessão é uma forma de ação do próprio obsessor ou por influência de vários deles, no entanto, há várias formas do perseguidor agir durante uma possessão, que pode variar de casos mais singelos ou mais difíceis, essas ações são motivadas pela vontade de vingança, tornando o seu dominado um ser passivo para que possa fazer dele o que bem quiser, segundo a “permissão” passiva do obsedado.

Lamentável perceber que em alguns casos mais sérios, o obsedado na maioria das vezes tem condições de lutar para se desconectar da obsessão, porém, nem sempre este tem vontade disso, porque a ligação entre eles é tão intensa que se fosse retirado o obsessor, a “vítima” sentiria um vazio ou uma sensação de que está faltando algo. Em outras palavras, nestes casos, o obsedado quase sempre procura ligar-se ao obsessor por que não consegue mais agir sem a indução do “algoz”, podendo trazer problemas psicossomáticos.

São necessários nestes casos mais sérios uma intervenção médica, espiritual e a cooperação do obsedado, para que os laços que os unem sejam desligados um a um, não sendo possível fazer o desligamento dos laços que os unem, podendo trazer reações físicas e psíquicas muito graves ao obsedado.

Por fim, em casos mais simples, estes elos podem ser desligados, porém, nem sempre isso pode ocorrer de forma rápida, uma vez que, a “vítima” nem sempre quer deixar de fazer aquilo que dá prazer e o satisfaz, fazendo que este obsessor ou outros, dele se utilize para sentirem-se prazerosos dos fluidos emanados ou alimentados pelos encarnados.

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